Quando uma empresa realiza um processo seletivo para preencher alguma função em seu quadro profissional, observa duas questões fundamentais: a primeira refere-se ao tipo e a qualidade da formação acadêmica do candidato, o que inclui cursos extracurriculares vinculados à formação, conhecimentos em idiomas, a relação com a tecnologia, eventual relação anterior com o mundo do trabalho (estágio, voluntariado, projetos, etc.) experiência/vivência no exterior e assim por adiante.

A segunda questão analisada pela empresa contratante refere-se às capacidades que o candidato tem. A empresa tentará descobrir “quem ele é” e buscará identificar o seu caráter, a visão de futuro e de vida, os valores, crenças e habilidades comportamentais, além de tentar identificar as atitudes perante às dificuldades e injustiças do cotidiano.

O currículo do candidato servirá para chegar até a porta da empresa, pois mostrará o que ele realizou. O plano de vida do candidato servirá para entrar na empresa, pois mostrará o que ele ainda pretende realizar.

O jovem que está estudando para definir-se profissionalmente deve usar o mesmo critério, procurando identificar quem é (autoconhecimento), o que tem (habilidades, interesses, vontades, preparo intelectual e cultural, conhecimento no mundo do trabalho) e do que é capaz( coragem, confiança, espirito cooperativo).

Esse assunto não pode ser tratado de forma amadora, com desleixo ou superficialmente, isto é, sem considerá-lo o tema central da sua vida.

Para obter sucesso profissional é preciso ter a plena consciência de que qualquer um, em qualquer parte do mundo, pode pleitear qualquer vaga, em qualquer empresa, em qualquer parte do mundo, desde que tenha o perfil procurado. Quem obterá mais sucesso? Será aquele que enfrentará esse mercado competitivo dedicando-se, cada vez mais aos estudos e ao aperfeiçoamento de suas habilidades comportamentais, a fim de compreender como se movimentar nesse emaranhado e competitivo mundo profissional.