O estagiário precisa ser reconhecido em seu valor intrínseco e potencial de futuro. Esse valor é definido pela forma como o estagiário é percebido na empresa. As empresas que obtêm os resultados mais expressivos com o seu programa de estágio, enxergam que são jovens em processo de aprendizado, em preparação para participarem do futuro do negócio. Porém, percebem que são, acima de tudo, jovens, cheio de dúvidas, de inexperiência e de receios, que têm talento para agregar valor e energia.

 

Dentro dessa visão, consideramos os aspectos sociais como aqueles que definem melhor o que a empresa quer fazer com os estagiários que contratou. Alguns pontos avaliam a presença desses jovens na empresa, são eles:

 

  1. O estágio agrega desenvolvimento prático ao estudante? Tem relação concreta com os objetivos traçados pela empresa?
  2. Aquilo que o estudante/estagiário realiza será útil para sua futura profissão?
  3. Como ocorre a relação do supervisor com o estagiário?
  4. Os demais integrantes da equipe percebem o estagiário como alguém a ser preparado por todos para assumir futuras funções na empresa?
  5. Aquilo que o estagiário realiza, o prepara para atuar profissionalmente no mercado de trabalho?

 

Quando se avalia o estágio a partir dos aspectos sociais, é colocada em evidência a responsabilidade social da empresa. É por isso que o agente de fiscalização, identificando a presença do estagiário na empresa, inicia a verificação pelos aspectos sociais do programa, pois sabe que são estes que sustentam os aspectos técnicos, que pos sua vez, sustentam os aspectos legais e que, por fim, garantem os aspectos operacionais.