Conforme o RH das empresas se dá conta, aumenta a prática de utilizar o Curriculo Vitae (CV) como meio para identificar interessados às vagas. Para assumir a vaga, o candidato precisa saber o que quer para o futuro, organizado em seu plano de vida.

 

Há alguns anos, tem-se observado junto aos selecionadores o aumento da importância dada ao instrumento “plano de vida”, como verificador do que pretende o concorrente para o futuro.

 

Algumas empresas dão tanto valor a esse modo de se posicionar, que essas avaliações definem os alicerces, construídos para o alcance da relação sinérgica entre o futuro pretendido pelo estagiário e os planos estratégicos da empresa.

 

Embora não seja exatamente algo novo no meio empresarial, o exercício de adequar, com a maior aderência possível, a vontade dos jovens com a realidade do meio empresarial é utilizado com certa frequência no momento da definição de quem irá ficar com a vaga.

 

Aos poucos, a equação talento/preparo versus plano de vida/determinação para alcançar metas tem seus componentes valorizados de forma diferente. Ou seja, os talentos e as vontades das partes, contratante e contratado, precisam caminhar para o mesmo ponto de encontro.