Conforme a lei de aprendizagem (art.23, 1° do Decreto n° 5598/05) ao contratar um aprendiz a empresa deve designar formalmente um mentor que ficará responsável pela coordenação de exercícios práticos e acompanhamento das atividades do jovem, buscando garantir uma formação que possa, de fato, contribuir para o seu desenvolvimento global.

Para realizar esse desenvolvimento é preciso que o gestor faça algumas reflexões:

  • Sei como transmitir valores pessoais e profissionais?
  • Possuo visão sistêmica da empresa para transmitir ao aprendiz?
  • Estou ciente de que devo me preocupar com a origem e estrutura familiar do aprendiz para entender e, se necessário, ajudar em alguns comportamentos e atitudes?
  • Estou ciente de que necessito conhecer e entender as expectativas de vida pessoal e profissional do jovem?
  • Tenho tempo e interesse à cidadania?
  • Estou consciente de que o aprendiz poderá se espelhar em mim?
  • Sei dar feedback?

Para desenvolver adequadamente esse jovem é necessário o gestor:

  • Conheça a lei de aprendizagem;
  • Esteja constantemente atualizado, culturalmente, como também conheça práticas relativas ao desenvolvimento de pessoas;
  • Preocupe-se com o desenvolvimento do aprendiz;
  • Estabeleça limites: muitas vezes o aprendiz pode não entender as regras de imediato, cabendo ao gestor estabelecer limites que o leve a conscientização;

Ao verificar que faltam algumas competências essenciais para o desenvolvimento integral do aprendiz, o gestor deve aproximar-se da entidade que realiza a formação do aprendiz. Muitas possuem treinamentos específicos que desenvolvem o mentor. Conte também com a área de Recursos Humanos da empresa para orientá-lo nesse processo.