Atualmente, essa população de jovens estudantes, que soma acima de 8,5 milhões de integrantes, representa mais do que toda a população de boa parte das nações do mundo. São muitos jovens, e não podem ser atendidos em seu desenvolvimento de qualquer jeito. Eles representam, também, o futuro que se busca para o país, pois são o único fio condutor para a continuidade e evolução da sociedade, como das empresas e seus negócios.

 

Se é obrigatória a contratação desses jovens como aprendizes, o melhor que as empresas podem fazer é dar o sentido de investimento a cada real destinado ao programa. Para aqueles que trabalham com programas sociais, que objetivam o desenvolvimento comportamental e a inserção de jovens com pouco preparo educacional no mercado de trabalho, verificam com clareza como a grande maioria evolui, com força, desde os primeiros dias até o fim da preparação.  É notório e identificável o crescimento que esses jovens alcançam, bastando que seja colocado para eles o que os espera no mundo do trabalho, que conteúdos necessitarão desenvolver e como e onde aplicarão isso profissionalmente.

 

É visível que vale a pena observar, apoiar e orientar esses jovens com fragilidades educacionais. Se isso ocorrer como deve, aflora competências que pareciam adormecidas, da mesma forma que surgem ânimos que revigoram e os levam a evoluir em suas ambições e na luta por melhor formação.

 

O fato é que os jovens na condição de aprendizes são digitais, com potencial para serem desenvolvidos e aproveitados pelas empresas. Afinal, não dá para suprir todas as necessidades do meio produtivo contando somente com os bem-preparados. É preciso também saber investir no jovem aprendiz.