Definir um plano de vida é uma tarefa bem complicada e trabalhosa. Para o jovem esse exercício torna-se ainda mais difícil, pois muitos encaram como algo “chato” e “estático”, que não apresenta utilidade para o seu futuro. É importante enfatizarmos que esses jovens pertencem a uma geração que é extremamente avessa à rotina. A estabilidade não é exatamente o objetivo profissional da maioria.

Por mais que o jovem busque estratégias menos complexas ou prefira “deixar a vida me levar”, é preciso cuidar do futuro com atenção e não definir um plano de ação e os mecanismos essenciais para construir uma carreira plena e sustentável representam grandes dificuldades na vida profissional do jovem.

É o plano de vida que norteará os objetivos pessoais como um todo. Se o jovem sabe aonde quer ir, porém não planejou o caminho (que certamente será longo e, muitas vezes, difícil) qual é a chance de chegar lá? As chances podem ser altas, assim como podem ser baixas, mas ninguém saberá estruturá-las, sem um planejamento prévio.

Pra ilustrar essa realidade, vamos dividir os jovens em dois grupos:

O primeiro grupo planejou para onde pretende ir e como chegar lá. O segundo grupo não, apenas deixou que as coisas acontecessem. Os jovens do primeiro grupo obtiveram mais sucesso e o que fizeram para ter sucesso? Planejaram com antecedência sua entrada no mundo do trabalho, aproveitaram os momentos de dúvidas para pesquisar e questionar-se sobre sua carreira profissional.

Um plano pessoal é resultado de inúmeras conversas que o jovem deve ter consigo mesmo, para definir o que gostariam de fazer e qual cominho teriam de trilhar para alcançar as metas estabelecidas. Insistir, calcular e recalcular caminhos até obter as respostas que não estão dentro de si. Independente da qualidade do plano que conseguir elaborar é muito mais vantajoso do que não ter nenhum.

O Plano de Carreira é uma bússola que irá direcioná-lo ao rumo certo, é um instrumento que possibilitará estipular como chegar ao seu destino e estimar em quanto tempo.