É curioso perceber como somos levados a lembrar dos nossos jovens digitais. Se fizermos um exame de memória, a lembrança que mais vem à mente é a que indica que os jovens de hoje são mais preparados, se fazendo e se entendendo melhor num mundo essencialmente tecnológico.

 

É evidente que, apesar de o país nos últimos anos ter alcançado outro status social, há batalhas por vencer para a população poder assumir uma condição educacional melhor no sentido de avançar em suas vitórias profissionais e obter ascensão econômico-financeira. Essa parcela da população tem filhos na condição de jovens digitais: são pessoas com baixa formação educacional, mas que também vivem a tecnologia.

 

O jovem da atualidade, com baixa condição educacional, é um jovem que também nasceu e cresceu sob o manto da tecnologia e não estranha e não evita o contato com ela. A sua relação com a tecnologia ocorre por diversão, por conta dos sites de relacionamento ou mesmo por trabalhos e pesquisas escolares. Se, em números de horas, a convivência com a tecnologia desse jovem mal formado é menor, comparado ao bem formado, ainda assim a sua relação com ela é amigável para eventual utilização no mercado.

 

Vários deles demonstram que só necessitam de uma oportunidade e agarram esse novo patamar de seu desenvolvimento pessoal e profissional com muita vontade. Por esse aspecto, vale muito a pena investir nesse jovem, e as empresas antenadas estão enxergando os benefícios do bom engajamento ao Programa do Jovem Aprendiz, mas também compreendem o tamanho de sua responsabilidade social. Não há bônus sem ônus e a continuidade de qualquer negócio também passa pelos investimentos sociais que a empresa realiza.