Pode ser observado que um número bastante significativo de empresas estão passando por estudos para desenvolver alternativas eficazes de atração e de retenção de jovens talentos em seu quadro. É claro que não existe fórmulas mágicas para recepção dessa molecada, modificar o espaço físico sem considerar o contexto interno existente, pode ser um grande erro.

Algumas organizações montam pequenos parques temáticos internos para deixar o ambiente como a garotada gosta. Academias, áreas zens para proporcionar climas criativos e até escorregadores ligando setores de andares subsequentes, no lugar dos tradicionais elevadores ou escadarias. Empresas assim, com essa concepção futurista do ambiente de trabalho, acreditam que, com essa linha de provocação criativa, terão dos jovens maior empenho e determinação. Será que isso é garantia de desenvolvimento e resultado?

Entretanto é preciso esclarecer que não há jovens talentosos, aqueles que se desiquilibram para todos os postos de trabalho, como também não há postos de trabalho somente oara os referidos talentosos. As empresas sempre buscarão os melhores para as funções que disponibilizam em sua operação. Todavia, essas funções são bastante diversificadas, estabelecendo talentos diferentes para sua execução. Os Programas destacados para os jovens respondem essa questão com bastante propriedade, se bem entendidos e conduzidos.

Para cada Programa há o jovem amis adequado para fazer parte e, da mesma forma, há o Programa adequado para cada função destacada. Esse lógico mecanismo de utilização do melhor Programa para isso, é comum na estratégia de formação de futuros quadros.

É necessário desenhar um Programa de desenvolvimento com uma metodologia adequada aos participantes que respeitem os objetivos traçados para chegar os resultados planejados, que não contemplem somente as adequações no ambiente, que são importantes, mas que perceba no jovem a energia e a inovação tão essencial para o futuro do negócio.