Toda empresa que busca investir em Programas Aprendiz, Estágio ou Trainee, precisará, para o sucesso da jornada, de uma assessoria qualificada para fornecer formação técnica e comportamental aos jovens e à empresa que receberá esses ainda inexperientes futuros profissionais.

No mercado, é possível observar algumas instituições especializadas em assessorar esses programas, porém muitas se mostram preocupadas somente em atender ao pedido, apresentando-se como inflexíveis, sem inovação e capacidade de se adequar à necessidade da empresa. Funcionam como fornecedores, pautando sua atuação em uma politica de preços.

Essa prática seria mais rápida e com claras vantagens financeiras, entretanto é necessário refletir se atender ao pedido é apresentar realmente a solução adequada que a empresa necessita. É notável que sempre é melhor e mais vantajoso estabelecer relações com instituições éticas e preocupadas com o melhor desenvolvimento dos Programas.

Para a inserção de jovens em uma organização é necessário equacionar alguns pontos fundamentais.

Fatores que merecem análise:

  • É a primeira vez que o RH recebe aprendizes, estagiários ou trainees na empresa?
  • A empresa está voltada ao aproveitamento desses jovens após o programa desenvolvido?
  • Os gestores estão preparados para desenvolver novos profissionais a partir de programas que envolvem jovens inexperientes?

A partir dessa reflexão será possível desenvolver um projeto que alinhe todas as necessidades de formação de equipes, assim como auxiliar na modificação de usos e costumes vigentes na empresa.

Práticas que garantem o sucesso:

  • Estimular os gestores a desenvolver habilidades para a formação de futuras equipes a partir de jovens sem vícios anteriores e vivamente interessados.
  • Estabelecer um modelo em Y, isto é permitir, ao mesmo tempo do Programa Trainee, preparar os melhores estagiários para serem trainees, com mais assertividade.
  • A empresa, em seu todo, criar nova cultura para a formação interna de equipes, aprender a enxergar talentos.
  • Investir em um programa estruturado de estágio, pois se apresenta como uma fonte inesgotável de futuros Trainees.
  • Sinergia entre as culturas empresariais da empresa e da instituição parceira.

A entidade parceira precisa trabalhar com verdadeira cooperação com a empresa empregadora. Não pode ser um simples fornecedor. O fornecedor é aquele que entrega dentro das especificações e dá por concluído o seu trabalho; parceiro, não. Parceiro assume com o outro lado a corresponsabilidade pelo alcance dos objetivos traçados em conjunto.