Com certeza, existem bons profissionais em todas as áreas de atuação. Mas também existem profissionais ruins.

O que determina se uma pessoa será bom ou um mau profissional? O que leva uma pessoa ao sucesso ou ao fracasso profissional?

Muitos fatores contribuem: oportunidade, força de vontade, formação acadêmica, apoio, atitude, relacionamento e até o próprio acaso são alguns elementos importantes que podem favorecer o desempenho profissional. Entretanto, as histórias profissionais demonstram que a relação entre talento natural e tipo de atuação profissional é o que determina se a pessoa será ou não bem sucedida.

É importante esclarecer que os grandes profissionais, na sua grande maioria, gostam muito do que fazem e exatamente por isso obtém sucesso. Isto é, encontram a equação correta entre o seu talento natural e aquilo que realizam. Justamente por gostarem do que fazem, jamais se acomodam, aprimorando-se cada vez mais, inovando sempre e, por isso mesmo, destacam-se na área que escolheram.

Como em um “efeito tostines”, por gostarem do que fazem, fazem melhor, e, por fazerem melhor, ganham mais. Ou será que ganham mais porque fazer melhor e fazem melhor porque gostam muito do que fazem?

Bem, não importa! Neste crucial momento o que importa é o jovem concentrar todos os esforços na escolha profissional, avaliar o que você faz de melhor. O talento natural deve ser o maior foco, para que depois consiga definir o que fazer com ele.

É essencial estar atento também às projeções para o novo ano (2018, os especialistas projetam forte crescimento e inflação controlada, o que significa que o mercado de trabalho estará mais aquecido, atraindo mais incentivos para investimentos e empregos, cenário ideal para o jovem se aperfeiçoar e investir em seu desenvolvimento.