Amada, odiada e até mesmo temida, chegou ao comando das grandes empresas a geração Y, ela é formada por pessoas que nasceram entre os anos 80 e de 90. Hoje com cerca de 30 anos, eles possuem uma maneira diferente de lidar com as situações e também de delegar tarefa.

Conhecidos como impacientes, buscam experiências, conhecimentos e desafios em tempo recorde e este dinamismo apresenta dificuldade de relacionamento entre alguns profissionais subordinados por não possuir o mesmo ritmo.
Os resultados que eles estão conquistando são admirados por todos, inclusive pelos mais veteranos, são pessoas que estão antenados no mundo digital, enturmados com qualquer assunto e pessoas, são arrojados e raramente demonstram medo em arriscar. Muitos lutam pela igualdade e deixam de lado qualquer formalidade hierárquica. Assumiram como regra a meritocracia..

É notório o quanto estão em busca por realizações profissionais e se dedicam com afinco, porém da mesma maneira estão voltados aos seus momentos de folga e querem sua vida pessoal preservada e julgam essas duas ultimas características partes importantes para uma qualidade de vida adequada. Isso significa mobilidade, benefícios e vantagens que vão além de um salário invejável. A escolha do ambiente de trabalho está intimamente ligado a flexibilidade de horários e ao tempo livre para dedicar aos projetos e iniciativas pessoais.

A tecnologia chegou para eles como uma ferramenta de trabalho e é através dela que resolvem os problemas muito mais facilmente, o que mantém sua criatividade sempre alta e todos os mecanismos são utilizados à seu favor. Por isso mesmo, tendem a demonstrar maior produtividade quando precisam enfrentar determinados desafios que exijam criatividade, fato que os transforma em líderes “hands on”, ou seja, que colocam a mão na massa para ajudar a equipe em vez de apenas delegar uma tarefa e esperar os resultados. Este modelo é amplamente observados em empresas como Google, facebook e Youtube.

Comprometido, questionador e antenado, o líder da geração Y pode ter problemas com profissionais mais lentos ou que precisem de um tempo de maturação das ideias. O maior desafio desse gestor é controlar sua ansiedade e desejo de querer tudo “para ontem”, como se todos funcionassem da mesma maneira. Embora consiga resultados muitas vezes considerados “acima da média”, o líder da geração Y precisa enfrentar barreiras culturais e comportamentais de toda uma equipe e, por isso, sua vida nem sempre será um mar de rosas.

Na atual circunstancia os líderes da geração Y e profissionais subordinados, ou chefes precisam buscar um ponto intermediário através de diálogo, compreensão e diminuição das expectativas. Estas ações serão sempre necessárias que haja um bom relacionamento entre os colaboradores e gere uma equipe coesa. Ao tratar sobre assuntos ligados aos millenials, entender, respeitar e se adaptar ao seu ritmo é a melhor opção para não ficar para trás no mercado de trabalho, que estará cada vez mais dominado por eles.