As organizações que abrem espaço para jovens criativos percebem seus investimentos revertem-se em simplificação de processos, inovações e aumento da produtividade.

Há algum tempo existia a crença de que a criatividade era um dom nato, entretanto, atualmente, é possível afirmar, por meio de estudos e pesquisas, que a criatividade é uma característica que pode ser desenvolvida. Todavia, nem todos os gestores conseguem desenvolvê-la em seus liderados.

Os jovens apresentam, de maneira geral, mais otimismo quanto ao seu futuro em comparação aos seus pais e avós quando tinham a sua idade.

Uma possível explicação para esse fenômeno se dá ao fato de tais jovens terem se desenvolvido em ambientes mais ricos e protegidos. A renda do brasileiro cresceu nas últimas décadas, fazendo com que os pais sejam mais sensíveis quanto ao bem-estar dos filhos.

Esses jovens possuem um modo menos tradicional de lidar com o trabalho. Buscam atuar em uma empresa que possui cultura distinta e motivadora. Coordenar uma equipe com essas características requer conhecimento acerca do comportamento dessa meninada, equilibrando corretamente a dose de liberdade, controle e incentivo.

É preciso também fugir do tradicional e compreender que para obtenção de diferentes resultados é necessário tomar decisões diferentes e agir de maneiras diferentes.

Abaixo algumas dicas:

  • Incentivar os jovens a expor suas ideias e acolhe-las de forma construtiva. Com isso ele sentirá mais confiança em expor suas ideias e assumir riscos e erros.
  • Dê feedback e esclareça que nem toda ideia que no brainstorm parece espetacular cumprirá os objetivos desejados.
  • Ofereça pequenas novidades. Os jovens desta geração são motivados pela novidade. As rotinas o entendiam facilmente.
  • Reconheçam-no com elogios e estratégias que estimulem a sua criatividade. Esse tipo de reconhecimento é mais efetivo que uma promoção ou recompensa financeira.
  • Eles são ótimos em inovação, trazer novas ideias e maneiras de ver algo novo, porém podem ter dificuldades em gerenciar seu tempo e prioridades. Portanto, vai exigir que o gestor exerça o papel de guia, direcionando o jovem quando preciso.