Contratando aprendizes

 

A implantação do Programa Aprendiz, por meio do cumprimento da cota pelas empresas, sofre de um comum preconceito: são jovens despreparados sem possibilidades reais de trânsito profissional futuro.

 

É uma barreira importante a ser rompida, e as empresas conscientes de seu papel em criar um futuro para essa geração de jovens interessados, sabem disso. Apesar de exercitarem seu papel social com consciência, predomina a questão de que serão pessoas, seus funcionários, que conviverão com os aprendizes.

 

Um dos cuidados mais aplicados é a elaboração de plano de desenvolvimento e aproveitamento desses jovens. Bem elaborado e considerando a rotatividade natural dos profissionais lotados em funções operacionais, o plano oferece mais sentido à presença dos aprendizes na empresa, além de facilitar a adesão dos funcionários que atuarão lado a lado com eles.

 

Para minimizar ainda mais o impacto do preconceito resistente de parte dos funcionários, o convite para ter ao lado e desenvolver os aprendizes só é apresentado àqueles que tenham compreendido o seu papel dentro da estratégia de aproveitamento futuro dos jovens nas funções operacionais destacadas para o programa.

 

Sendo assim, duas práticas constroem terrenos melhores para a entrada de aprendizes. São elas:

  1. Apresentar às áreas consistente estudo do turnover ocorrido nos últimos anos, acompanhado de plano de desenvolvimento e de aproveitamento dos aprendizes às funções do turnover.
  2. Destacar funcionários para serem desenvolvedores dos jovens, preparando-os para atuar em sua formação até o final do programa, para aproveitamento na própria empresa ou no mercado.