Desde 1977, por lei, foi dada à escola a condição de validar os estágios. A interveniência da escola nos estágios é obrigatória, e somente com o seu aval pode ser iniciado o relacionamento prático entre estagiários e empresas. Criaram, e continuaram criando, mecanismos de participação e controle dos estágios realizados por seus alunos, atendendo não apenas o que a lei de estágios determina, mas também a necessidade de mais aproximação no seu relacionamento com as empresas.

 

O mesmo tem ocorrido na relação existente há anos entre as escolas e os agentes de integração. Algumas, por exemplo, reestruturaram seu setor responsável para cuidar do estágios dos alunos; outras, fortaleceram suas equipes de análise e de acompanhamento dos estágios solicitados por seu corpo discente. Em qualquer caso, está claro para as partes que o comando de validação do estágio é da escola, não do agente de integração ou da empresa.

 

O agente de integração consciente compreende que a escola merece a mesma ação de relacionamento que é oferecida à empresa. Os anseios e necessidades da escola serão considerados no momento em que a empresa abrir as suas portas para receber estagiários. A escola receberá do agente de integração, seu parceiro, todas as informações sobre o palco empresarial em que os alunos atuarão como estagiários.

 

É recomendável, então, que a empresa observe o tratamento oferecido às escolas pelo agente de integração de seu programa de estágio. No fundo, essa verificação se torna um ato de garantia de que o seu programa atenderá as expectativas pedagógicas, que permeiam a presença dos estagiários nas empresas.