Atrair e reter talentos jovens e motivados tornou-se um desafio cada dia mais complexo, as empresas buscam resolver a difícil equação capaz de adequar os seus desejos e os dos jovens. Aquelas organizações que não aproveitam esses talentos ficarão para trás, perderão para a concorrência e comprometerão a formação de seus líderes. Não existe fórmula mágica para atender essa vontade, mas montamos uma série de dicas para que a cumplicidade entre jovens e empresas seja eterna enquanto dure.

  • Transparência nas relações sobre todas as coisas: As empresas querem os melhores para os seus quadros. O jovem quer a melhor empresa para a concretização de seus sonhos. Porém a união de interesses só poderá dar resultado se a regra do jogo for clara desde o momento inicial. Entenda-se união de interesses como sinergia de valores.
  • Não tomar o seu nome em vão: Numerosas histórias de insucesso são conhecidas por serem construídas em cima de “salto alto”. Há a necessidade de se estabelecer limites. Não existem jovens super-heróis, como não existem empresas perfeitas. Vive-se com virtudes e defeitos. Se a relação não perdurar, vai cada um para o seu lado, da forma mais madura e honesta possível. Críticas após o desfecho denotam imaturidade e incapacidade para aprender com os erros.
  • Guardar os domingos, feriados e férias: Trabalho demasiado como demonstração de compromisso, só consegue energia no início. A médio e longo prazos resultam mais em reclamações, passivos e cobranças. Além disso, é incompatível com tão ambicionada qualidade de vida.
  • Respeito à relação: O comportamental tem sido o grande desafio do jovem em sua entrada e manutenção no mundo do trabalho. Empresas que compreendem essa realidade criam mecanismos para o melhor desenvolvimento desses talentos, entre eles, o mentor, que irá acompanha-lo e desenvolvê-lo segundo as diretrizes e os planos definidos. Só funcionará se o respeito e a confiança fizeram parte dessa relação.
  • Não matar as ideias e iniciativas: A oxigenação crescerá na empresa se o jovem participar. Os papéis de incentivador, ouvinte e orientador devem ser realizados pelo mentor. O jovem não está vivenciado pelo ambiente e experiência; tem excelente preparo tecnológico e bom conhecimento teórico, porém, não poderá entender que só isso será suficiente para assumir os desafios e as distâncias. As ideias não serão aprovadas somente por saírem da frente. O mentor deverá dosar o ímpeto e alertar para frustração.