O que vem chamando a atenção e a preocupação das empresas quanto aos jovens digitais, é o inusitado momento de transformações científicas e tecnológicas nessa mudança de século e de milênio ao mesmo tempo. Essas gerações são as primeiras que vivem esse panorama com naturalidade, e é razoável imaginar que seu membros promovam, inúmeras modificações no modo de se produzir e realizar negócios.

Contudo, deve ficar no alvo o despreparo prático de todo jovem ao iniciar sua trajetória profissional. Todo jovem de talento seguirá em frente, mesmo sem experiência, mas se as gerações anteriores puderem entrar com esse ingrediente, certamente ganhará tempo e eficiência nas inovações pretendidas.

Com essa percepção, desde que cada lado entenda bem o que lhe cabe, os resultados serão muito melhores. No caso da empresa, quatro pontos estratégicos comprometidos com os negócios no longo prazo, chamam a atenção:

  1. Empresas investindo com muito mais clareza em programas para jovens, olhando a formação de seus futuros quadros profissionais, com cada programa dentro de seus respectivos objetivos.
  2. Multiplicação dos incentivos às inovações que apresentem impactos positivos ao meio ambiente.
  3. Inclusão da exigência aos colaboradores e candidatos de apresentarem habilidades e competências destinadas à construção de um modelo de produção verde.
  4. Reorientação ao posicionamento dos gestores, voltado, agora, muito mais para uma atuação de desenvolvimento e de mentoring, quando envolver programas de jovens. E se antecipando na disposição de ir até o jovem, não somente esperando que o jovem vá até ao gestor.