A Floresta Amazônica é a maior floresta tropical úmida do mundo, ocupando a maior extensão do território amazônico. Este biosistema abriga 15% de todas as espécies de plantas e animais conhecidas no planeta. Até 2025, 75% da floresta pode ser perdida. É o que pode acontecer, de acordo com dados do Banco Mundial, se mantiverem os atuais patamares de desmatamento, queimadas e mudanças climáticas.

Diante de todo este cenário, torna-se crucial preservar o território amazônico. O Brasil conta com o privilégio de ter 60% deste patrimônio e tem grande responsabilidade em zelar por sua proteção. Ao todo são mais de 5,5 milhões de km² de extensão, que muitas vezes não é devidamente valorizado e que muitas vezes sofre com o desmatamento ilegal, caças, uso inadequado da água, entre outros malefícios para a própria população e para os animais que estão ameaçados, prejudicando o planeta cada dia mais. Incentivar a sustentabilidade na Amazônia é promover a exploração de áreas ou o uso de recursos naturais de forma a não prejudicar o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dela dependem.

A Floresta Amazônica é abundante em vários recursos e funciona como um grande reator para o equilíbrio da estabilidade ambiental do planeta. Com o desmatamento e queimadas na região, as árvores liberam em torno de 200 milhões de toneladas de carbono por ano. Seus vegetais são responsáveis por liberar aproximadamente 7 trilhões de toneladas de água para a atmosfera, no processo de evapotranspiração e o Rio Amazonas desagua 20% de água doce no Oceano Atlântico a cada ano.