Está errado considerar os jovens das atuais gerações como extraordinários e merecedores de mimos especiais na empresa, ou tratá-los como arrogantes e incapazes ou como alvo de baixa remuneração, mau aproveitamento profissional, passíveis de atividades que ninguém quer fazer. São extremos, profissionalmente preconceituosos, carecendo de um mínimo de inteligência e de previdência ao negócio ou atividade profissional. Os apagões de mão de obra mostram que a falta de investimento no jovem, quer na educação como no trabalho, resultam no tiro contra o próprio pé.

Não existem caminhos mágicos, para promover a inserção do jovem no mundo empresarial dos jovens das gerações deste século, tirando deles o que melhor possuem e passando para eles, com inteligência e transparência o que não possuem no nível que necessitarão para atuar profissionalmente. Também perde dinheiro o grupo de empresas que adota o artificialismo e  a forçada de barra em sua relação com os jovens.

Empresas e jovens nasceram um para o outro. Essas pessoas seguirão, como estão seguindo, o mesmo caminho das gerações anteriores quando chegou a hora de ir para o mercado de trabalho. Jovens de qualquer geração jamais estiveram prontos. Mesmo que atribuam isso a eles, os jovens das gerações digitais não estão em condições de oferecer resultados em imediato, precisarão de profissionais mais habilitados para fortalecer seu desenvolvimento. Do lado das empresas vale reforçar que não existirá futuro para seus negócios se não contar com a participação das novas gerações.

Tem sido assim que o mundo se renova. Será assim que continuará avançando. O futuro sempre será jovem e contando com o jovem em sua construção.