Existe grande expectativa e movimentação por parte das empresas sobre a forma adequada de extrair o melhor que os jovens podem dar, sem que ocorra o desencontro entre gerações. A chave para essa fusão acontecer com sucesso trata-se de uma equação com dois coeficientes conhecidos (instrumentos disponíveis e valores) e de uma incógnita (como será utilizado pelas novas gerações o conhecimento que está adquirindo). Se a empresa passar fortes instrumentos e consistentes valores éticos, sociais e ambientais, a partir de seus experientes profissionais, o novo jovem terá estrutura e melhores condições para utilizar seus conhecimentos e, assim, elevar paredes sustentáveis, olhando a necessidade de todos.Uma rota que preserva os interesses e conhecimentos das partes é apresentada a seguir:

  1. Transparência: abrir o jogo desde a seleção do jovem, de maneira a se obter união de interesse e sinergia de valores.
  2. Definição clara dos limites: considerar que não existem jovens super-heróis, como não existem empresas perfeitas.
  3. Respeito e confiança na relação: obtêm-se com critérios, diretrizes e planos claros, aceitos pelas partes.
  4. Considerar, com interesse, as ideias e iniciativas.
  5. Focar a reputação: carreira se constrói com lisura e clareza.
  6. Não desejar o lugar do próximo de forma ilícita.
  7. Jovem não é bibelô, mas também não é capacho.
  8. Saber conviver com pensamentos e crenças diferentes: não basta não concordar só porque é mais experiente ou convicto. É preciso saber debater e convencer.
  9. Não cobiçar os resultados e conquistas alheias: utilizá-los como benchmarking e para estabelecer novas metas pessoais.

 

Com vontade genuína e com suas virtudes e defeitos, as partes se entenderão e construirão um futuro melhor.